March 14, 2012

Folkloh, O Grande Novo Teatro


Para criar uma nova fábula, é preciso se ligar nos conflitos desses últimos tempos. Os novos conceitos, as novas formas, os novos caminhos. Para fazer dela mágica, acrescentamos personagens surreais. Para fazer dela impressionante, inventamos uma época em um lugar maravilhoso: os mais encantadores e remotos lugares do nordeste brasileiro. Costumes e lendas. Humano e natureza. Grandes figurinos. 

O bem nem sempre tão bom. O mau nem sempre tão ruim. Não é o bem contra o mau. É a existência que possui poderes supremos... O novo que é errado. O velho que conserva. O amor existe. Ele começa, mas ele termina. E nem sempre tão perfeito, mas quem disse que infeliz? A mocinha, antes de qualquer mocinho, está a procura de si. O gosto/transgressão. O espaço de cada um. Por onde ir e por onde ser? A nova família. As novas relações... A sua magia e a sua criatividade são bem vindas, são acréscimo.

Senhoras e senhores, com vocês, FOLKLOH, o grande novo teatro!

Thais Oliveira photographed by Mathws.
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To create a new tale, is necessary to think about recent times' conflicts. The new concepts, the new shapes, the new ways. To make it magical, surreal characters are added. To make it impressive, we invent a time in a wonderful place: the most beautiful and remote places in brazilian northwest. Customs and legends. Human and nature. Great costumes. The good is not always so kind. The evil is not always so bad. It is not good versus bad. It is the existence having supreme powers... The new is wrong. The old wants to preserve. 

Love exists. It starts, but it ends. And not always so perfectly, but not necessarily unhappy. The princess, before any prince, is looking for herself. Taste/transgression. The space of  each one. Where to go and where to be? The new family. The new relationships... Your magic and your creativity are welcome, are extra. 

Ladies and gentlemen, I give you, FOLKLOH, the great new theater!

M.